pasticceria marchesi - Prada Pasticceria Marchesi Galleria Vittorio Emanuele II uai 258x143 - Prada: uma doçura

Prada: uma doçura

Pasticceria Marchesi abre na histórica Galleria Vittorio Emanuele em Milão.

A famosa confeitaria do Grupo Prada abre na parte central da Galleria Vittorio Emanuele, histórico templo do luxo milanês, diante das vitrinas da primeira loja da marca, inaugurada em 1913.

Fugir do calorão do verão milanês e relaxar em um ambiente elegante é tudo que se pode pedir.

Localizada na sobreloja da boutique masculina, a Pasticeria Marchesi in Galleria oferece uma atmosfera que parece nos tirar da realidade.

Vista de cima, a parte central da galeria é pura animação com turistas do mundo inteiro e suas poses de recordação e selfies. Uma atração à parte!

Dentro da confeitaria os balcões, vitrinas e estantes em vidro, meticulosamente limpos, deixam à mostra todas as delícias da gula. Docinhos pequeninos são um convite para quem gosta de provar um de cada ou para aqueles que seguem a dieta à risca. A balas e chocolatinhos hipnotizam os olhos com suas cores. Uma fome súbita nos transforma em crianças com olhos brilhantes.

A decoração em tom de verde confeito e o mobiliário em madeira escura seguem o conceito da Marchesi na via Montenapoleone. A iluminação suave disfarça o pé direito baixo dando leveza e elegância ao mesmo tempo. Tudo parece planejado para conversas ao pé do ouvido e comportamento desacelerado. E, realmente, com exceção de alguns turistas excessivamente expansivos, o momento corre assim de forma despretensiosa.

Mesas com poltronas estofadas também no encosto nos fazem entender que ali o conceito é slow .

A Pasticceria Marchesi me parece perfeita para um lanche, um chá e porque não um aperitivo. Surpreendentemente os preços não são abusivos e o serviço é extremamente gentil.

Minha escolha? Alguns docinhos, e uma taça de espumante em uma bela mesa na janela. E assim minha tarde se acalmou!


- choker blogazine uai 258x129 - Alerta de tendência: Choker

Alerta de tendência: Choker

Choker: da origem ao look mais descolado

choker-blogazine

Choker é o acessório tendência deste verão 2017. Para quem gosta de moda, não existe um “talvez eu compre” e sim um “tenho que ter”.

A joalheira brasiliense Carla Amorim saiu na frente e lançou uma coleção com peças pra lá de desejo.

Nas ruas dos grandes centros urbanos as influencers também já desfilam os seus chokers que são registrados em poses de streetstyle.

choker on Hailey Baldwin

Hailey Baldwin

Mas afinal, o que é um choker?

Choker é um colar de metal ou tecido preso firme e justo ao pescoço.

Mas o acessório é novidade ou existe uma história por trás dessa peça?

O choker nasce como acessório no final do século XIX na Inglaterra e na França, simultaneamente.

Retrato real de 1759 com chokers em pérolasRetrato real de 1759 com chokers em pérolas

Na França, inicialmente são as prostitutas que amarram um estreito laço de fita preto ou vermelho rente ao pescoço. Em pouco tempo as moças e mulheres adotam o laço preto deixando apenas o vermelho como indicativo de serviços de bordel.

O tempo avança mais um pouco e surgem os chokers elaborados pelas joalherias e agora essa peça já é moda.

Rainha Alexandra, princesa dinamarquesa que se casou com o príncipe Albert Edward, mais tarde rei EdwardRainha Alexandra, princesa dinamarquesa que se casou com o príncipe Albert Edward, mais tarde rei Edward

Do outro lado da Mancha, na Inglaterra, a rainha-imperatriz Alexandra, uma das nobres mais apaixonadas por joias que a história já viu, encomenda vários modelos de chokers. Com objetivo de esconder uma cicatriz adquirida quando ainda era menina, Alexandra usava chokers  enormes de pérolas ou de brilhantes que cobriam quase todo o pescoço, como uma gola alta.

Para complementar, a rainha ainda acrescentava colares que formavam um conjunto extremamente luxuoso.  Durante todo o reinado e mesmo quando foi rainha-mãe Alexandra fez com que o choker fosse uma joia de uso habitual.

Acelerando a linha do tempo chegamos aos anos 90 e olha quem é moda outra vez?! Sim, os chokers voltaram à moda na última década do século XX.

Adornadas com uma cruz, as chokers ganharam os anos 90. Na foto, uma jovem Drew BarrymoreAdornadas com uma cruz, os chokers ganharam os anos 90. Na foto, uma jovem Drew Barrymore

Mais modestos e minimalistas, os chokers dessa época compunham perfeitamente os looks como um toque de luz que alongava o pescoço. Por fim se resumiu a um aro e foi descendo, tornando-se uma gargantilha e até que desapareceu.

Fotografia de Edward Steichen de 1924 para editorial da revista Vogue com look total Chanel e choker inclusa

Fotografia de Edward Steichen de 1924 para editorial da revista Vogue com look total Chanel e choker inclusoChokers também faziam sucesso durante os anos 40 e 50, como mostra Lauren Bacall

Chokers também faziam sucesso durante os anos 40 e 50, como mostra Lauren Bacall

Os novos chokers vêm em vários tamanhos obedecendo as inspirações e estilos. Para as amantes dos looks boho e étnicos as peças são maiores e podem trazer medalhas pendentes.

Choker Christine CenteneraChristine Centenera

Já a inspiração africana trabalha contas coloridas e tassels. A escola minimalista resgata o aro rente ao pescoço.

Por fim, as românticas modernas exploram chokers delicados combinados com colares em diferentes comprimentos para criar uma identidade pessoal.

Neste verão aposte nos chokers como peça essencial e arrase!

Princesa Diana (foto dos anos 80) era fã de chokers, usando-as com terninhos ou vestidosPrincesa Diana (foto dos anos 80) era fã de chokers, usando-as com terninhos ou vestidos

Gwyneth Paltrow combinou sua choker de diamantes com vestido pink Ralph Lauren quando ganhou Oscar de Melhor AtrizGwyneth Paltrow combinou sua choker de diamantes com vestido pink Ralph Lauren quando ganhou Oscar de Melhor Atriz

Naomi Campbell usando um colar Armani que deu continuidade ao modismo da chokerNaomi Campbell usando um colar Armani que deu continuidade ao modismo do choker

Choker on Kendall Jenner
Kendall Jenner
Choker on Karlie Kloss
Karlie Kloss
choker on Olivia Culpo
Olivia Culpo
Choker on Selena Gomez 2
Selena Gomez
Choker on Alessandra Ambrosio 2
Alessandra Ambrosio
Choker Leandra Medine
Leandra Medine
choker on Selena Gomez
Selena Gomez
Choker on Alessandra Ambrosio
Alessandra Ambrosio

- Carla Amorim cole    o Flora BLOGAZINE 06 1 uai 258x129 - Mariana Ximenes celebra nova coleção de Carla Amorim em Brasília

Mariana Ximenes celebra nova coleção de Carla Amorim em Brasília

Carla Amorim coleção Flora - BLOGAZINE - 04

Carla Amorim lançou a coleção Flora na última sexta-feira, dia 26 de agosto, na sua loja do Lago Sul em Brasília com a atriz Mariana Ximenes, e eu fui lá conferir de perto.

As flores presentes nas peças da nova coleção da designer brasiliense fizeram de sua joalheria um jardim precioso.

Carla Amorim coleção Flora - BLOGAZINE - 07

Os brincos elaborados em ouro com brilhantes ou pedras como esmeraldas foram batizados de acordo com a natureza: jasmim e miosótis.

A sensação do evento foram os chokers, que são tendência imperativa desta estação. Essas gargantilhas firmes ao pescoço encantaram a todos por sua leveza.

Por vezes românticos e por vezes minimalistas, os chokers assinados por Carla são encontrados nos três banhos: ouro amarelo, branco e rosé.

Para celebrar o lançamento, a atriz Mariana Ximenes veio até Brasília. Simpática e extremamente doce, Mariana conversou com todos os presentes deixando para trás aquela ideia de que todas as estrelas são distantes. Pelo contrário: a atriz e a designer compartilharam com os convidados um clima de descontração sofisticada, exatamente como em um perfumado jardim de flores.

Carla Amorim coleção Flora - BLOGAZINE - 06 Carla Amorim coleção Flora - BLOGAZINE - 01 Carla Amorim coleção Flora - BLOGAZINE - 05 Carla Amorim coleção Flora - BLOGAZINE - 03


- anatomiedunecollection palaisgalliera tdbld parisbougecom 07 628077298 uai 258x172 - Mostra parisiense reúne vestimentas desde o século XVIII

Mostra parisiense reúne vestimentas desde o século XVIII

anatomiedunecollection-palaisgalliera-tdbld-parisbougecom-07-628077298

Quem veste o quê? Essa é a pergunta que norteia a exposição Anatomia de uma Coleção que reúne vestimentas de celebridades e anônimos desde o século XVIII até os dias atuais.

Extraída do imenso acervo do museu, a exposição exibe alguns objetos de trabalho que encantam pela autenticidade, como cadernos escritos à mão com desenhos de detalhes e croquis de coleções de Christian Dior e Jeanne Lanvin.

Cadernos que serviram para registrar medidas de clientes de alta-costura também estão expostos. Ainda entre os itens, duas ferramentas curiosas: uma máquina de fabricar moldes de cabeça em papel usada na fabricação de chapéus sob medida e uma espécie de forma de corset feita em ferro com fita métrica acoplada. O corset em ferro era usado como molde de medição para a fabricação dos corsets sob medida feitos com osso de baleia pela casa Lavigne.

Ainda sobre fabricação sob medida, consta um corset feito em seda que pertenceu à Maria Antonieta. A peça fazia parte do caderno de pedidos da rainha em uma casa de fitas e decorações e servia como modelo para inspirações a serem propostas à sua majestade, as marcas de alfinete são provas visíveis de que a peça foi utilizada para inúmeros testes.

Dois conjuntos do jovem príncipe Luís XVII, filho de Maria Antonieta e Luís XVI fazem parte da mostra. O primeiro conjunto em seda rosa, encomendado pela mãe, traz a calça com corte mais confortável e abotoamento frontal como aquelas usadas pelo povo. Maria Antonieta queria que o filho tivesse mais conforto alterou o modelo em vigência na época como era o seu habitual. O segundo conjunto já é do período em que a família estava presa no Palácio des Tuilleries e por isso foi feito em algodão. O governo vigente exigiu que as roupas das crianças reais fossem elaboradas nos mesmos tecidos que aquelas da população em geral. O príncipe Luis XVII morreu aos dez anos de idade na prisão du Temple onde ficou preso junto com sua família em celas separadas. O conjunto em algodão caramelo foi realizado dois anos antes de sua morte e por ele podemos observar que se tratava de um menino alto e magro. À título de curiosidade o rei Luis XVI, seu pai, media 1,96m de altura.

 

Passamos para a corte de Napoleão I onde o luxo foi tão exacerbado que ele se coroou Imperador! Do soberano vimos um casaco de cerimônias em veludo preto bordado com galões de seda da mesma cor, que era usado nas cerimônias do clube de intelectuais fundado por ele com o nome Clube do Egito. Um vestido em algodão branco bordado em branco com motivos florais e folhas da imperatriz Josefina é destaque e traz a curiosa informação que sua alteza trocava o guarda-roupa duas vezes ao ano e na ocasião aproveitava para passar os vestidos que não queria mais para suas damas de companhia. Foi assim que o vestido recebido do descarte foi guardado por gerações até ser doado ao museu. O hábito de passar pra frente não fica por aí não... mais adiante na exposição um manto vermelho todo bordado em fios de seda e mini- pailletes, presente do Rei do Egito para a Imperatriz Marie Louise, segunda mulher de Napoleão, chegou ao acervo do museu pelas mãos dos herdeiros de uma das damas que acompanhavam a imperatriz e para quem ela repassava o que não queria mais.

Na exposição, um casaco de veludo nos faz entender mais sobre a posição de cada um na corte Napoleônica. Conta-se que a corte era formada por muitos homens e por isso eles se faziam reconhecer pela cor que vestiam e a ornamentação do costume. O casaco no caso, pertenceu a um dos mais baixos cargos, um simples encarregado, e para reconhecer sua posição recorre-se ao detalhe da tira em passamanaria ser em um único tamanho e estar aplicada de forma retilínea, demonstrando se tratar de algo simples.

anatomiedunecollection-palaisgalliera-tdbld-parisbougecom-06-357488905

As roupas dos trabalhadores do século XVIII e XIX exibem a realidade da necessidade do movimento expresso nas modelagens largas e também se vê a dificuldade financeira presente na escolha de tecidos em algodão ou lã com acabamento mais grosseiro.

No século XX o algodão tingido de azul é o testemunho do trabalho rural.
Os aventais aparecem como peça de vestuário usado nas atividades de trabalho e na sequência se firmam como vestimenta para homens e mulheres ligados a afazeres na cozinha.

anatomiedunecollection-palaisgalliera-tdbld-parisbougecom-08-230236048

É no final do século XIX que vemos a moda se personalizar com a alta-costura e ao mesmo tempo surgem mulheres personagens de um estilo próprio, testemunhas de marcas e fiéis clientes de certos estilistas. Uma sala da exposição é dedicada às atrizes, escritoras e cantoras que em suas performances divulgaram criações e criadores de moda como Sarah Behrnard, Mistinguet, Georges Sand, Catherine Deuneuve, Audrey Hepburn, etc...

Jacques Doucet e seu discípulo Paul Poiret, cada um a seu tempo, são referências fortes desse período do nascimento da alta-costura francesa. Muitos são os itens e criações desses dois artistas da moda e cada vestido traz a história de quem o portou, quando e para que.

No início do século XX, foi Paul Poiret quem sentenciou: “ Existe roupa para o dia e roupa para a noite.”

anatomiedunecollection-palaisgalliera-tdbld-parisbougecom-03-2138054489

Alix , a estilista que depois se tornaria Madame Grés, aparece com seu talento na arte do drapeado em dois vestidos pretos sendo um em veludo e outro em seda.

Christian Dior, o fundador da Maison Dior, e suas criações que exaltam a feminilidade dos anos 50 marcam presença com vestidos de coquetel e de noiva. A cintura marcada e a saia rodada são os pontos em evidência na arte do mestre.

Yves Saint-Laurent emociona com um vestido floral em homenagem a Matisse.

Um vestido de alta-costura assinado por Balenciaga transgride o código de sua época com cor e bordados que não passam despercebidos.

Ao ler a história de cada cliente e ver a roupa que cada estilista criou é como se um filme passasse no imaginário criativo. Em silêncio as pessoas, assim como eu leem as fichas informativas.

Os anos 60 e 70 quase não são explorados. Já as experiências exóticas dos anos 80 recebem seus irreverentes criadores como Jean- Charles- de- Castelbajac, Jean-Paul- Gaultier e Issey Miyake entre uma dezena. Como os 80 eram sobre uma provocação criativa, a atenção vai para o estilista.

Por fim os anos 90 e início do século XXI. A atração se volta para a passarela e a moda que se veste é amplamente inspirada nos desfiles “divulgação”. Na última sala esse novo século é retratado de forma conceitual com Rei Kawakubo, Dries Van Noten, Raf Simons e, Haider Ackerman entre outros.

As cinco salas da exposição parecem um percurso rápido entretanto ao entrar em contato com o conteúdo meticulosamente reunido pelo curador Olivier Saillard o tempo parece ficar em segundo plano.

// Anatomie D’Une Collection
14 maio 2016 – 8 janeiro 2017
Avenue Pierre I de Serbie,, 10
Paris
www.palaisgalliera.paris.fr


fashion talk - Maria Thereza Laudares Duda Maia Fashion Talk BLOGAZINE 1 uai 258x96 - Fashion Talk promove conversa sobre negócios de moda em Brasília

Fashion Talk promove conversa sobre negócios de moda em Brasília

Fashion Talk Brasília

Evento promove moda por meio de conversas e palestras na capital federal

Maria Thereza Laudares e Duda Maia pelo projeto Fashion Talk
Maria Thereza Laudares e Duda Maia pelo projeto Fashion Talk

O Fashion Talk é um projeto que nasce da vontade de unir e compartilhar. Duda Maia e eu impulsionadas pelas experiências de nossas respectivas empresas, 5561brandboutique e Blogazine, optamos por juntar forças para promover o “bem-gestar”.

A ideia de compartilhar experiências e conhecimentos de moda por meio de conversas, palestras, rodas de pensar e, workshops serve para criar um momento multiplicador de ideias e afastar as ansiedades com saúde emocional.

Após alguns anos trabalhando como consultoras de imagem e branding chegamos à conclusão que com uma boa conversa muitos horizontes podem se abrir.

O universo da moda, nosso business principal, se transforma em reflexão e meio para alcançarmos campos mais amplos. O Fashion Talk também propõe uma transformação que como uma pausa para respirar serve para aguçar a criatividade e aumentar a produtividade.

No Fashion Talk, o dinâmico universo empreendedor abandona as verdades absolutas da teoria para ouvir profissionais ativos no mercado que, com sua prática possam contribuir para um conhecimento que resulte em inovação.

Num link direto com a realidade, queremos abrir um espaço para avançar a prática de nossas pesquisas e carreiras dedicadas ao branding e à consultoria multidisciplinar em imagem – atitude necessária a todos os que se interessam em fazer avançar a prática profissional aliada à produção do conhecimento.

Em breve lançaremos nosso calendário oficial para o segundo semestre e enquanto isso queremos que você venha participar conosco nessa observação de moda @fashiontalkbsb


- Nat  lia Semensin uai 258x194 - Natália Semensin abre o Fashion Talk falando sobre Visual Merchandising

Natália Semensin abre o Fashion Talk falando sobre Visual Merchandising

Natália-Semensin

A profissional de Visual Merchandising, Natália Semensin da YouV abre a conversa no Fashion Talk falando sobre a importância do Visual Merchandising e novas ferramentas de venda de produto in store.

Natália que costuma enfatizar “O visual é o sentido mais importante para o ser humano. É comprovado que 83% de toda a informação captada vem pela visão” acrescentou a estatística mostrando que com os efeitos auditivos essa informação vai para quase 100%.

Uma playlist bem escolhida faz com que a loja se torne um lugar agradável de se estar. Vale lembrar que investir em uma boa música ambiente hoje em dia não representa um alto investimento.

Mas as dicas de Natália não pararam por aí. Quando indagada sobre os erros de um VM ela ressaltou dois graves: roupas mal passadas e araras cheias de produtos. Fora isso tudo se torna uma experiência e todo teste vale à pena.

Uma das informações que chamaram a atenção foi o fato que ao “caminhar” pelo ambiente da loja o olhar se sente atraído por lugares- chave aos que ela chama : hotspots. Identificar os hotspots é primordial na hora de expor o produto.

A vitrine é sem dúvida o maior gerador de fluxo de acordo com a profissional.
Não é à toa que considera como itens mais importantes no trabalho de Visual Merchandising justamente a vitrine e os manequins.

Mudar toda a organização dos produtos dentro da loja ao menos uma vez por semana é fundamental. Marcas que tem mais de uma loja devem procurar atender a realidade dos clientes e lifestyle de acordo com sua localização. Cada loja pode e deve ser diferente ainda que faça parte de uma mesma marca.

De acordo com Natália o trabalho do VM é braçal e seu desafio constante é testar tanto o produto quanto o cliente, respeitando o DNA da marca.

Por fim, a profissional ponderou que a montagem da arara em cores variadas de um só produto ou uma montagem de looks pré –preparados depende sempre do tipo de produto que é vendido.

A nós só nos resta agradecer a vinda da querida @natsemensin E para vocês gostaram da matéria? Comente!


- dolce gabbana blogazine  uai 258x104 - BLOGAZINE reúne inspirações e influências Dolce & Gabbana

BLOGAZINE reúne inspirações e influências Dolce & Gabbana

Distantes do lugar comum que rege as tendências de moda, a Dolce & Gabbana é uma marca de identidade própria e muita personalidade. Mas quais são suas influências? Quais são suas inspirações? Descubra conosco

História e inspirações de Dolce & Gabbana - BLOGAZINE - 01

A Dolce & Gabbana, casa de moda italiana, é reconhecida como a marca que sabe interpretar a mulher latina e suas curvas de forma sofisticada sem cair nas armadilhas da vulgaridade.

Nascida da união de dois gênios criativos Domenico Dolce e Stefano Gabbana, a marca fez seu début em 1985, na semana da moda de Milão, entre os Novos Talentos daquele ano.

Complementares em estilo, Domenico e Stefano compartilham da mesma visão de mulher: sedutora e misteriosa, virtuosa e refinada. “Quando criamos, é como um filme”, declara Domenico Dolce. “Pensamos em uma história e desenvolvemos roupas que a complementam”, conclui o designer.

DOLCE-GABBANA

De fato, a dupla é mais conhecida por criar e surpreender do que por seguir tendências. O cinema italiano em seu grande esplendor também serve de pano de fundo na hora do design.

A Sicília, região natural de Domenico Dolce, e a cultura siciliana comunicam o estilo e a identidade da marca. Diversos períodos históricos marcaram o território fazendo do cenário siciliano -- testemunho da presença de civilizações que remontam a Catargo, necrópoles Helenísticas, cidades e castelos medievais, além de igrejas barrocas -- um imaginário fértil para inspirações artísticas.

História e inspirações de Dolce & Gabbana - BLOGAZINE - 03 História e inspirações de Dolce & Gabbana - BLOGAZINE - 05

Muitos produtos Dolce & Gabbana são fabricados manualmente nas oficinas sicilianas, onde os artesãos conservam a qualidade da excelência, sem pressa.
Em uma visita ao showroom da marca em Milão, recebi explicações sobre o estilo de vida da região e suas tradições.

Um dia de domingo na Sicília começa na igreja. O padre com suas vestes clericais, como a blusa branca com detalhes em renda nas mangas. Do respeito à religiosidade, surgem as cores escuras, o preto das roupas de ir à missa. As senhoras tradicionais vestem véu até hoje e os joelhos não ficam à mostra. A renda preta é símbolo de conservadorismo.

História e inspirações de Dolce & Gabbana - BLOGAZINE - 07

A beleza do interior das catedrais e igrejas com seus ornamentos, pinturas e mosaicos é referência para os acessórios que evidenciam o dourado e em algumas coleções, inspiram as estampas.

Após a missa, todos vão para casa festejar com um belo almoço em família que se estende por toda a tarde.

A família, assim como um clã, é a força que une gerações e conserva as tradições.

Paraíso de veraneio europeu, a Sicília é destino garantido de boas férias. O bom humor trazido pelos dias ensolarados invade o talento da dupla.

As estampas podem realçar limões, pimentões, rosas, motivos da cerâmica local e até as pinturas das divertidas carroças do teatro de marionetes.

A herança artesanal do trançado manual em ráfia vem valorizar sandálias, bolsas e até saias. Da mesma forma, todos os bordados feitos à mão são realizados na Sicília, resgatando a herança cultural desse povo rico em capacidade e ofício artesanal.

História e inspirações de Dolce & Gabbana - BLOGAZINE - 06

Um toque divertido sempre aparece para tornar as criações joviais.

Engana-se quem rotula Dolce & Gabbana como uma marca sexy. O corte que evidencia o corpo feminino pode servir como ferramenta na hora de expressar a sensualidade. Entretanto, para Domenico Dolce e Stefano Gabbana, a mulher deve ser, em especial, sofisticada e elegante.

História e inspirações de Dolce & Gabbana - BLOGAZINE - 04 História e inspirações de Dolce & Gabbana - BLOGAZINE - 09

Vale ressaltar que decotes e transparências não fazem parte da proposta da coleção de alta moda da dupla. Uma mulher refinada traz consigo o símbolo da sobriedade e do estilo mais sofisticado.

O universo onírico feminino é largamente explorado com preciosidades em pedrarias, bordados e até coroas.

Aqui a fantasia se torna realidade, um sonho de moda.


- rihanna met gala uai 258x194 - Met Gala é o primeiro evento de red carpet do ano

Met Gala é o primeiro evento de red carpet do ano

Em sua primeira edição no ano de 1948, a editora Eleonor Lambert convidou a alta sociedade americana para promover, por meio de doações, o Costume Institute, que é a ala do Metropolitan Museum de Nova Iorque dedicada à moda e a única a depender de fundos próprios.

Formalmente conhecido como Costume Institute Gala, o baile marca a abertura anual da exibição do Metropolitan Museum of Art’s em Nova York e tem como objetivo arrecadar doações em benefício da manutenção do mesmo. O Met Gala ou Met Ball é o primeiro evento de red carpet do ano.

A cada ano um tema é celebrado. É comum vermos os temas do baile tornarem-se tendências nas passarelas da moda e nas ruas. Em 2015, o tema ‘China through the Looking Glass’ inspirou inúmeros looks orientais.

Rihanna usando um vestido statement da couturier chinesa Guo Pei no Gala de 2015
Rihanna usando um vestido statement da couturier chinesa Guo Pei

Anna Wintour, editora chefe da Vogue, assumiu as rédeas como ‘chair of the event’ em 1999 e imprime desde então sua marca de determinação e perseverança. Anna cuida de todos os detalhes pessoalmente desde a marcação de lugares até a entrada cronometrada de cada celebridade convidada.

Com a poderosa editora à frente do evento, o faturamento cresceu. Em 2015 o Met Ball arrecadou 12,5 milhões de dólares. Este ano a Apple é patrocinadora master e as cadeiras honorárias serão de Taylor Swift, Nicolas Ghesquière (designer da Louis Vuitton), Miuccia Prada e Karl Lagerfeld.

Os aproximadamente 600 convidados são celebridades do mundo da moda, música, cinema e televisão em geral. Os convites individuais custam 30 mil dólares. No caso de uma marca comprar uma mesa, seus convidados deverão ser submetidos à aprovação de Anna Wintour e não é garantido que se sentarão na mesa da mesma.

Andrew-Bolton,-curador-da-exposição-Manus-x-Machina
Andrew Bolton, curador da exposição 'Manus x Machina'

Este ano, o evento não foi televisionado. O programa teve coquetel seguido de uma visita a exposição “Manus x Machina” e logo depois um jantar sentado com uma atração especial, The Weeknd. Ano passado o show foi de Rihanna.

Anna Wintour costuma doar convites para novos talentos da moda e usar a ocasião para apresentá-los à indústria.


- DOLCE GABBANA uai 258x194 - Dolce & Gabbana cria geladeira Smeg ‘milionária’

Dolce & Gabbana cria geladeira Smeg 'milionária'

Dolce & Gabbana Smeg - BLOGAZINE - 02

Dolce & Gabbana e Smeg se unem para realizar uma edição especial de 100 geladeiras. O modelo FAB28 foi o eleito para se tornar uma obra verdadeira de arte.

Se a gastronomia está na moda e cada vez mais os espaços gourmet desempenham papel de destaque na decoração de uma casa, por que não inserir uma boa dose de arte nesta combinação? Pintada à mão por artistas sicilianos, a linha de geladeiras une os valores e a tradição que movem a criatividade italiana.

Dolce & Gabbana Smeg - BLOGAZINE - 03

As marca escolheu temas que remetem à memória familiar italiana. Cada geladeira receberá motivos já conhecidos e reconhecidos na estética da dupla Dolce & Gabbana, como limões, rodas de carroça, cavaleiros medievais, personagens de teatros de marionetes, cenas de batalha e a carroça siciliana. Além do tema principal, os motivos florais dão acabamento final.

O resultado é a transformação de uma peça de design em uma obra de arte unindo tecnologia e a habilidade artesã.

Os primeiros exemplares foram mostrados no Salone del Mobile em Milão, entre os dias 12 e 17 de abril. A venda será feita sob encomenda.

Dolce & Gabbana Smeg - BLOGAZINE - 01 Dolce & Gabbana Smeg - BLOGAZINE - 04 Dolce & Gabbana Smeg - BLOGAZINE - 05


- elizabeth ii bolsa uai 258x194 - O que a rainha Elizabeth II leva na bolsa

O que a rainha Elizabeth II leva na bolsa

O que a rainha Elizabeth II leva na bolsa - BLOGAZINE - 01

Ao completar 90 anos a rainha Elizabeth II continua a encantar seus súditos e atraindo a atenção mundial por sua inabalável postura.

Conhecida por sua imagem colorida -- sem excessos de moda, carregada de tradição e certa simplicidade na escolha das joias --, a rainha parece sempre estar com a mesma bolsa. Portada no braço esquerdo, a bolsa da marca Launer tornou-se um clássico da regente.

O que a rainha Elizabeth II leva na bolsa - BLOGAZINE - 05

Elizabeth II foi apresentada às bolsas Launer na década de 60 e em 1968 concedeu o selo real à empresa; para reconhecê-la como marca endossada por sua majestade.

Feitas sob medida para sua majestade, as bolsas são forradas em seda para dar leveza ao seu peso e trazem as alças levemente maiores que as originais, fazendo com que essas não se prendam às mangas dos casacos da rainha. Os modelos prediletos de Elizabeth são Diva e Traviata, elaboradas em couro preto.

O que a rainha Elizabeth II leva na bolsa - BLOGAZINE - 04

Na ocasião do casamento de seu neto William, a rainha optou por um modelo rígido em tom de creme, com alças no alto. Desde aquela data em 29 de abril de 2011, a Launer viu suas vendas subirem 60 por cento e a marca entrou para listas de It-bags.

Com uma produção de 30 bolsas por mês, a Launer fabrica suas bolsas à mão, de forma artesanal. Cada bolsa é composta de 50 peças e leva em torno de 10 dias para ficar pronta.

O que a rainha Elizabeth II leva na bolsa - BLOGAZINE - 03

O modelo Royale, por exemplo, que tem sua estrutura rígida, vem decorado com metais banhados a ouro e divisórias internas. Essa bolsa pode ser adquirida na Harrod’s, em Londres, por 1.057 libras.

O detalhe mais curioso é que Elizabeth II não se desfaz de suas bolsas! Todas são guardadas e quando necessário, Angela Kelly, responsável pelo guarda-roupa real, envia os modelos para reparos. Recentemente, a fábrica recebeu um pedido de troca de alças.

O que a rainha Elizabeth II leva na bolsa - BLOGAZINE - 02

Mas o que a rainha leva na bolsa?
Segue a lista:

  • Óculos de leitura,
  • Espelho e batom,
  • Pastilhas de menta,
  • Caneta tinteiro,
  • Um gancho portátil para pendurar a bolsa discretamente embaixo da mesa.
  • Aos domingos a rainha leva consigo uma nota dobrada de cinco libras para oferecer na igreja. Em algumas ocasiões a doação aumenta para uma nota de dez libras.

O que a rainha Elizabeth II leva na bolsa - BLOGAZINE - 07


- Estilo Rainha Elizabeth II BLOGAZINE uai 258x194 - 16 truques de styling da Rainha Elizabeth II

16 truques de styling da Rainha Elizabeth II

BLOGAZINE lista segredos de moda e styling da Rainha Elizabeth II

Estilo Rainha Elizabeth II - BLOGAZINE - 08

Rainha Elizabeth II, 90 anos de uma vida passada diante das lentes das câmeras.

Suas marcas de estilo pessoal acompanham o registro de sua imagem cuidadosamente elaborada. Nascida para ser princesa, tornou-se herdeira de seu pai, George VI, coroado rei quando seu irmão Edward VIII abdicou do trono para se casar com a americana divorciada Wallis Simpson.

Estilo Rainha Elizabeth II - BLOGAZINE - 01

A moda pode não ter sido uma ferramenta de comunicação poderosa para Elizabeth, mas seu estilo de vestir certamente lhe conferiu destaque durante seu reinado de 64 anos -- o mais longo da história da Grã- Bretanha.

Listamos aqui alguns truques, detalhes e segredos de styling de Vossa Majestade Real.

1. Para alongar sua figura de 1,65 m de altura, a rainha Elizabeth prefere saias e vestidos.

2. As saias e os vestidos trazem pequenos pesos de cortina costurados em suas bainhas para evitar que o vento levante suas roupas causando acidentes desagradáveis.

3. A rainha é conhecedora de tecidos e os escolhe pessoalmente, pois não gosta de amassados. As mangas dos vestidos e casacos passam por provas de caimento e costura para não enrugar quando vossa majestade erguer os braços para acenar. Há mais de 40 anos a rainha não aparece em público com os braços à mostra.

Estilo Rainha Elizabeth II - BLOGAZINE - 07

4. Para alcançar um efeito uniforme e monocromático nas fotos e registros, a rainha tem preferência por botões forrados ou da mesma cor da roupa.

5. O chapéu, um acessório marcante de seu estilo, acompanha a cor do casaco. A chapeleira real é Rachel Trevor –Morgan. Os chapéus reais custam em torno de 450 dólares mas podem chegar a mais de 1.500 dólares em ocasiões especiais.

Estilo Rainha Elizabeth II - BLOGAZINE - 09

6. O desafio das temperaturas mais altas é solucionado com pequenas almofadas em forma de croissant costuradas na cava de seu vestido, evitando assim manchas de suor na roupa.

7. O guarda-roupa da rainha prima por suas cores variadas e vivas. A escolha é uma forma de se destacar na multidão e contribui para o serviço de sua segurança.

8. Outro acessório real é a sombrinha, geralmente transparente com a borda colorida na mesma cor do casaco. Fabricadas pela marca inglesa Fulton, elas custam 16 libras.

Estilo Rainha Elizabeth II - BLOGAZINE - 04

9. As bolsas Launer são as eleitas de sua majestade. Cores sóbrias como preta, marinho e bege são as mais usadas por julgá-las práticas.

10. Já os sapatos são feitos sob medida por Anello & Davide. O salto habitual é 6 e as cores neutras como preto, marinho e bege. A rainha calça tamanho 36 brasileiro. Curiosidade: para situações que preveem andar na grama, a rainha calça sapatos com solas mais grossas. Dessa forma os pés não afundam no verde!

11. Outra peça essencial são as luvas que ajudam a evitar contaminações. Segundo dados, a rainha distribui mais de 50 mil apertos de mão ao ano! A fabricante oficial é a casa Cornelia James. Para o dia, a rainha veste modelos em algodão e para noite em nylon. Feitos à mão, cada par custa em torno de 200 dólares. Quando uma luva fura, a rainha as envia para conserto ao invés de substituir por uma nova.

Estilo Rainha Elizabeth II - BLOGAZINE - 03

12. Os broches são uma marca da rainha. Sempre portados na lapela esquerda, denotam distinção.

13. Outro símbolo real são as pérolas. Durante o dia, a rainha Elizabeth II lança mão das pérolas variando-as em colares de um fio (presente de seu pai), dois fios ou três.

14. Em ocasiões especiais a rainha costuma vestir um colar com três fileiras de diamantes, presente de 1950 de seu pai, o rei George VI.

15. Em momentos de lazer no campo -- como caminhadas ou cavalgadas --, a rainha deixa o chapéu de lado e usa um lenço de seda amarrado ao redor do rosto com um nó abaixo do queixo.

Estilo Rainha Elizabeth II - BLOGAZINE - 12

16. Fora de série! A rainha Elizabeth II é a monarca que mais possui tiaras em toda realeza. São 11 ao todo, incluindo a coroa imperial com 2.268 diamantes.

Estilo Rainha Elizabeth II - BLOGAZINE - 02


- ELIZABETH II BLOGAZINE uai 258x115 - Monarca há mais tempo no trono, Elizabeth II é uma lenda vida

Monarca há mais tempo no trono, Elizabeth II é uma lenda vida

Ao completar 90 anos, Elizabeth Alexandra Mary, conhecida como rainha Elizabeth II é símbolo de união entre o passado e o presente. São 64 anos de reinado e uma vida dedicada a seus súditos. “Eu consagrarei toda a minha vida a vosso serviço”, jurou a rainha em sua coroação no dia 2 de junho de 1953.

Elizabeth II é vista caminhando nos jardins do Castelo de Windsor com quatro de seus cães
Elizabeth II é vista caminhando nos jardins do Castelo de Windsor com quatro de seus cães

Elizabeth II é uma lenda viva. Ela é a única governante no poder que reúne experiências como lições do ex-primeiro-ministro do Reino Unido Winston Churchill e conversas com Charles De Gaulle (ex-presidente da França). Ao longo de seu reinado, ofereceu recepções às cabeças coroadas de todo o mundo e a praticamente todos os governantes do pós-guerra de John Kennedy à Barack Obama. De fato, em 2015, a rainha comemorou o mais longo reinado da história.

Rainha Elizabeth II é retratado com sua filha, a princesa Anne, no castelo de Windsor
Rainha Elizabeth II é retratado com sua filha, a princesa Anne, no castelo de Windsor

Elizabeth II abraçou a tecnologia desde cedo sem deixar falir a tradição. Sua coroação foi a primeira a ser televisionada na história. Presente no Twitter (@BritishMonarchy), na internet (https://www.royal.gov.uk/), sua majestade fala a seus súditos via Youtube youtube.com/TheRoyalChannel e celebra com hashtags como #Queenat90!

Aos quatro anos de idade a pequena princesa Lilibet, como seu pai costumava chamá-la, ganhou Peggy, seu primeiro pônei. Aos 6 anos já sabia montar à cavalo e aos 18 já era eximia amazona. O lifestyle esportivo sempre acompanhou a rainha, que costuma cavalgar até hoje.

Elizabeth II é apaixonada por cachorros da raça Corgi. O primeiro foi presente de seu pai, o rei George VI, em 1933. Ao longo de seu reinado, sua majestade já contabilizou mais de 30 cachorros dessa raça.

Jovem e moderna em suas atitudes, em 1969 a rainha tornou-se a primeira monarca no mundo a andar de metrô quando inaugurou a linha Victoria em Londres. Este ano -- como marco de seu 90º aniversário -- a rainha lançou a Elizabeth Line, que será inaugurada em dezembro de 2018. A linha será marcada em roxo, uma das cores favoritas da rainha.

Rainha Elizabeth II - aniversário 90 anos - BLOGAZINE - 06

Se na vida política a rainha acompanhou todas as mudanças sociais ocorridas desde o fim da Segunda Guerra Mundial, na moda não foi diferente. Sua majestade Elizabeth II viu de tudo! Quando jovem conheceu a nova moda de Christian Dior, visitou o futuro nos anos 60, colocou flores no chapéu nos tempos hippies, viu o período punk de Vivienne Westwood passar na frente de seu palácio com seus topetes espigados e tachas metálicas e chegou aos nossos dias atuais condecorando Stella McCartney como Oficial do Império Britânico.

Rainha Elizabeth II - aniversário 90 anos - BLOGAZINE - 10

Com uma agenda lotada de compromissos, Elizabeth II está habituada a trocar de roupa até quatro vezes ao dia. A rainha tem um estilo pessoal inconfundível e cheio de truques que garantem sua postura real. Elegante e longe de cometer excessos consumistas, a rainha reforma vestidos, troca saltos de sapatos e até mesmo a sola, pinta bolsas usadas e envia luvas com furos para serem remendadas. Uma consciência herdada dos tempos de guerra quando juntou cupons de tecido para fazer seu vestido de noiva.

Um exemplo, um mito, uma lenda: Vida longa à rainha, God save the Queen!

Rainha Elizabeth II - aniversário 90 anos - BLOGAZINE - 01 Rainha Elizabeth II - aniversário 90 anos - BLOGAZINE - 04 Rainha Elizabeth II - aniversário 90 anos - BLOGAZINE - 05 Rainha Elizabeth II - aniversário 90 anos - BLOGAZINE - 07 Rainha Elizabeth II - aniversário 90 anos - BLOGAZINE - 08 Rainha Elizabeth II - aniversário 90 anos - BLOGAZINE - 09 Rainha Elizabeth II - aniversário 90 anos - BLOGAZINE - 11


- burberry see now uai 258x115 - See-now-buy-now: da passarela direto para o varejo

See-now-buy-now: da passarela direto para o varejo

Desfile Burberry, uma das marcas pioneiras no see-now-by
Desfile Burberry, uma das marcas pioneiras no see-now-buy-now

See-now-buy-now, em português veja- agora-compre-agora, revela-se a saída do mercado de moda para recriar o frenesi das compras por impulso.

Esperar quatro meses para poder viabilizar uma coleção ao seu público é uma dinâmica que não faz mais sentido em nossos dias. A pressa dos nossos dias não nos dá a paciência que tínhamos antigamente para esperar o objeto de desejo chegar às lojas. A metralhada de imagens divulgadas imediatamente durante os desfiles funciona como uma campanha publicitária. E logo espera-se que o produto já esteja disponível para compra.

Na contramão da tecnologia, a moda levou muito tempo para entender que em tempos de imagem ver é querer; e querer é poder comprar.

Até hoje as marcas preparam peças-piloto especialmente para o desfile, na preocupação de fazer apostas certas e em não errar na quantidade da produção de peças. Algumas peças nem são pensadas para venda, servem apenas para o show, ou seja: a definição do conceito temático da coleção e sua referência. Após o desfile, de acordo com os pedidos dos compradores e aceitação dos críticos convidados, a linha de produção entra em ação.

Entretanto, nos últimos tempos, tão logo as coleções chegam às boutiques suas cópias ou peças por elas inspiradas também chegam nas redes de fast-fashion.

Anunciada em primeira mão pela Burberry, Diane von Furstenberg e por Tom Ford, surge uma nova experiência chamada internacionalmente de “see-now-buy-now”. A ação pretende por à venda toda a coleção imediatamente após o desfile.

Tom Ford
Tom Ford

O desafio já fez com que o conselho americano de design de moda, Council of Fashion Design of America, redigisse um guia para as marcas e designers orientando-os como organizar desfiles em concomitância com o lançamento das coleções e seus eventos. O CFDA aconselha ainda o uso de nomenclatura adequada para especificar cada tipo de coleção (resort, cruise, pre-spring e agora see-now-buy-now). O guia recomenda que bloggers e influencers tenham encontros separados dos compradores especializados. Por fim, uma vez que tudo é uma tentativa para aumentar as vendas, o conselho pede o feedback das marcas.

Em fevereiro passado, durante a última semana de moda milanesa, a marca italiana Prada fez sua tentativa see-now-buy-now e ofereceu, no dia seguinte ao seu desfile, dois modelos de bolsa mostrados na passarela. Apesar das vendas terem sido um sucesso segundo declarações da marca, Stefano Cantino, diretor estratégico de marketing do grupo, diz não assegurar repetir a experiência. “A base de nossos produtos é o artesanal, que tem como necessidade o seu próprio tempo, diferente daquele que tem o Instagram”, explicou Cantino.

Ao que tudo indica, a insegurança na hora da compra começa lá atrás na hora de escolher o que produzir. Ninguém gosta de errar. E na falta de uma bola de cristal, melhor prevenir arriscando alguns meses do que apostar naquilo que pode não vingar.

Bons eram os tempos dos grandes costureiros como Yves Saint-Laurent, que davam a cara à tapa e mostravam suas criações.