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Gisele Bundchen para Vogue Paris de novembro, 2013

O carcinoma basocelular é o tipo de câncer de pele mais comum em pessoas de pele branca e, apesar de sua baixa gravidade, deve ser extraído do corpo por seu alto poder de destruição local, causando problemas funcionais e estéticos na região atingida. Atualmente, o tratamento mais recomendado é a cirurgia para a retirada do tumor, mas uma pesquisa publicada recentemente no LSM, o jornal oficial da Sociedade Americana de Medicina e Cirurgia a Laser (ASLMS), prova que é possível extirpar o carcinoma através do uso de lasers combinados.

Segundo o estudo, a combinação de Pulsed Dye Laser (PDL) e do laser Nd:YAG pode ser eficaz na eliminação desse tumor de pele específico. Isso se dá porque o procedimento seca os vasos sanguíneos que alimentam o câncer e, assim, o “matariam de fome”.

A utilização dessa tecnologia pode tornar a extração do carcinoma mais segura, pois evita os riscos de uma cirurgia, ainda que pequena, afinal, quando se realiza um procedimento cirúrgico, mesmo os mais simples, corre-se sempre o risco de infecção ou reação adversa. Além disso, o uso dos lasers evita as cicatrizes deixadas pela operação.

Os lasers citados na pesquisa são de uso comum na dermatologia para o tratamento de lesões de ordem estética, como “rejuvenescimento” da pele, suavização de manchas e vasinhos dilatados na face, e até mesmo para tratamento de hemangiomas ou malformações vasculares. Mas é sempre bom alertar que o tratamento do carcinoma com laser ainda deve passar por mais estudos antes de ser introduzido em nossa rotina de tratamento e só pode ser realizado por profissional capacitado, nunca em clínicas que realizam procedimentos puramente estéticos.

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